Você procura um treino de AEROHIIT capaz de queimar gordura, definir pernas e glúteos e ainda caber na sua rotina lotada? Então este artigo é para você. A partir da aula viral da professora Lira Bueno — já vista por mais de 1 milhão de pessoas —, vamos explicar em detalhes como funciona o desafio de 200 agachamentos em 12 minutos, quais adaptações seguir, os erros a evitar e como encaixar a prática no seu plano de fitness. Ao final da leitura, você terá conhecimento prático, estruturado e embasado para colocar o AEROHIIT em ação, mesmo que esteja começando hoje.
HIIT (High-Intensity Interval Training) é um método que alterna períodos curtos de esforço máximo com descansos ativos ou passivos. Estudos clínicos mostram que sessões de 10 a 20 minutos podem produzir adaptações cardiovasculares equivalentes a treinos convencionais de 40 a 60 minutos.
No AEROHIIT, exercícios com forte demanda aeróbica — corrida estacionária, polichinelos ou, como no nosso caso, agachamentos sequenciais — mantêm o coração em Zonas 4 e 5 (80-95 % da FCmáx). Esse estado estimula a chamada queima calórica pós-treino (EPOC), mantendo o metabolismo elevado por até 48 h. Resultado: mais gordura oxidada e músculos preservados.
Além disso, pesquisas da American College of Sports Medicine indicam elevação de 14 % na capacidade VO₂máx após oito semanas de AEROHIIT, contra 7 % em protocolos moderados contínuos. Ou seja, você economiza tempo e dobra o ganho cardiorrespiratório.
O agachamento exige sincronia entre tornozelo, joelho e quadril. Desloque o quadril para trás como se sentasse numa cadeira invisível, mantendo o joelho na linha do segundo dedo do pé. Estudos do Journal of Strength and Conditioning Research relatam redução de 22 % na compressão patelar quando o tronco se inclina ligeiramente à frente, distribuindo a carga pela cadeia posterior.
Músculos alvo: quadríceps, glúteo máximo, isquiotibiais e eretores da espinha. Para garantir maior recrutamento glúteo, empurre o solo com o calcanhar na subida. Isso desencadeia o reflexo extensório do quadril, gerando até 18 % mais força, segundo análise eletromiográfica da Universidade de São Paulo (USP).
Prof. Dr. Gustavo Ramos, fisioterapeuta esportivo: “Quando o praticante respeita a mobilidade de tornozelo e estabiliza o core, o agachamento deixa de ser vilão e se torna o exercício mais completo do treino de membros inferiores.”
O vídeo propõe 12 blocos de 1 minuto: você executa 15 a 20 agachamentos e usa o restante do tempo para respirar. Para chegar aos 200, é preciso manter média de 17 repetições por bloco.
Concluído o circuito, reserve 4 min para alongar flexores do quadril e cadeia posterior. Isso reduz dores tardias (DOMS) em até 30 %.
O AEROHIIT prescinde de acessórios, mas pequenos ajustes mantêm o estímulo crescente. Veja abaixo as variações mais usadas e para quem são indicadas.
| Parâmetro | Iniciante | Intermediário | Avançado |
|---|---|---|---|
| Volume total | 80-120 reps | 120-200 reps | 200-260 reps |
| Cadência | 60-70 rpm | 70-85 rpm | 85-100 rpm |
| Pausa ativa | Respiração diafragmática | Marcha estacionária | Burpee parcial |
| Amplitude | 1/2 agachamento | Paralelo | Agachamento profundo |
| Carga externa | Corpo livre | Bolsa 5 kg | Kettlebell 12 kg |
| Superfície | Piso firme | Mini-band nos joelhos | BOSU para instabilidade |
Escolha duas variações por sessão para evitar platô neuromuscular.
Sem combustível adequado, o AEROHIIT pode levar à fadiga crônica. Priorize 1,4-1,8 g de proteína/kg/dia e carboidratos complexos na refeição pré-treino (aveia, batata-doce). Um estudo da Universidade de McMaster revelou que ingerir 0,4 g/kg de proteína até 2 h após o HIIT aumenta a síntese de miofibrilas em 22 %.
Dormir menos de 6 h reduz a tolerância ao lactato, diminuindo a performance em até 11 %. Use alongamento ativo pós-sessão (3 × 30 s) e massagem com rolo de liberação para acelerar o retorno sanguíneo.
Quase 70 % dos desistentes abandonam programas de HIIT por falta de progressão bem definida. Veja um roadmap simples:
Anote tempo de execução, RPE (escala de esforço percebido) e dores. Isso alimenta ajustes individuais.
1. Quantas calorias este treino gasta?
Uma pessoa de 70 kg consome em média 10-12 kcal/min, chegando a 120-140 kcal em 12 min. O EPOC pode adicionar 80-100 kcal extras.
2. Posso fazer todos os dias?
Recomenda-se 48 h de recuperação entre sessões intensas. Em dias alternados, faça alongamento ou cardio leve.
3. Tenho dor na lombar; devo evitar?
Fortaleça o core com prancha e ajuste a inclinação do tronco. Se a dor persistir, consulte um fisioterapeuta.
4. Preciso de tênis específico?
Modelos de sola firme e drop menor (4-6 mm) favorecem a estabilidade no agachamento.
5. O desafio substitui o treino de pernas na academia?
Ele é suficiente para manutenção, mas atletas avançados podem complementá-lo com exercícios unilaterais e cargas progressivas.
6. Qual a idade mínima?
Adolescentes a partir de 14 anos, com liberação médica e supervisão, podem praticar.
7. Posso perder massa magra?
Com ingestão adequada de proteína e repouso, a perda de massa magra é mínima. O HIIT favorece a preservação muscular.
Recapitulando os pontos-chave:
Agora é a sua vez: dê o play no vídeo da professora Lira Bueno, monte seu cronômetro e encare o desafio. Compartilhe seus resultados e marque o canal Exercício em Casa nas redes sociais. Bons treinos!
Créditos: Exercício em Casa — YouTube, Prof.ª Lira Bueno | Educadora Física CREF 100587-G/SP.
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