“Na parte salarial, estamos há seis anos sem reajuste, acumulando mais de 40% de defasagem inflacionária. Além disso, uma parte do salário é variável e depende do cumprimento de metas — metas que não são pagas há três anos”, disse. “Em setembro do ano passado, tivemos uma reunião com o secretário Daniel Soranz, que se comprometeu a pagar a parte variável até 31 de dezembro de 2025. Ele não cumpriu, não deu satisfação e segue inerte no processo judicial.”
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