Leitores comentam sobre otimismo para 2026
Expectativa para 2026
“Otimismo com novo ano cresce, e 69% dos brasileiros projetam melhora na situação pessoal, diz Datafolha” (Mercado, 27/12). Todo fim de ano, o brasileiro cultiva um otimismo patológico. Não é pautado na realidade. É apenas manifestação de esperança.
Dirce Maria de Jesus Barbosa (São Paulo, SP)
E há quem diga que a economia vai mal e o país está quebrado. Mas há muito ainda a melhorar, se o Congresso ajudar.
José Soares (São Paulo, SP)
A confiança, em tudo, é primordial para buscarmos maior equilíbrio. Feliz 2026!
João Guilherme Viana Correa (Belém, PA)
Reflexões sobre o futuro do STF
Futuro do STF
“STF se vê na mira em ano eleitoral mesmo com fim de processo contra Bolsonaro” (Política, 27/12). Quem mira a Justiça não está bem-intencionado.
Paulo César M. de Andrade Santos (Petrolina, PE)
O STF se converteu em ator político faz algum tempo. A memória de um tribunal constitucional que julga com imparcialidade está se esvaindo muito rapidamente.
André Silva de Oliveira (Belém, PA)
“Proposta para código de conduta no STF é combatida em silêncio” (Elio Gaspari, 27/12). Código de conduta para ministros do STF é a desmoralização da Justiça. Juiz deve ser honesto de ofício. Para desonestidade já existe legislação.
Nacib Hetti (Belo Horizonte, MG)
A cultura política e suas implicações
Cultura política
“Ignorância cívica assola o país” (Dora Kramer, 27/12). A coluna de Dora Kramer aborda com extrema clareza a que ponto chegamos em nossa pobre cultura política e cívica.
Cristina Reggiani (São Paulo, SP)
Vê-se que Dora colocou o dedo na ferida. É isso que esperamos do jornalismo profissional.
Haymone Neto (Recife, PE)
Desafios da segurança pública
Segurança Pública
“Estilo despojado de novo secretário de Segurança liga alerta em aliados de Tarcísio” (Painel, 27/12). Logo de início, o novo secretário causou-me boa impressão, ao contrário do Derrite. Talvez Tarcísio o tenha escolhido justamente para isso, para tentar melhorar a imagem do seu governo junto à população.
Alice Michelin (Piracaia, SP)
Pessoalmente, o considero um cara ponderado. Tomara que dê certo em um estado carente na área de segurança pública.
Rafael Theodoro Silva (São Paulo, SP)
Despedidas e legados
Adeus a Brigitte Bardot
“Morre Brigitte Bardot, lenda do cinema francês e o ‘sex symbol’ absoluto de uma era” (Ilustrada, 28/10). É mais um verdadeiro mito que se vai. O tempo passa para todos, mas Brigitte o ultrapassou na nossa imaginação. Fez valer muito sua existência no cinema e na vida.
Valter Luiz Peluque (São Paulo, SP)
Uma era se apaga. Inigualável Brigitte.
Luiz Cláudio Lopes Rodrigues (São Paulo, SP)
Reflexões sobre inteligência e história de vida
Inteligência
“A revolução copernicana da inteligência” (Álvaro Machado Dias, 28/12). A inteligência da natureza é a razão que governa e abarca o universo, conforme tradições mais antigas. A inteligência produzida pelo cérebro humano é apenas uma das expressões da inteligência na natureza.
André Antonio Santos (Brasília, DF)
História de vida
“O menino que viveu na rua e virou gerente do restaurante Fasano” (Mônica Bergamo, 27/12). Emocionante ler um pedacinho da biografia do Isma. Um legítimo brasileiro que não se dobrou às vicissitudes da vida e seguiu adiante, fazendo o melhor com o que tinha ao alcance. Esse é o verdadeiro herói, anônimo.
Eric Furtado (Brasília, DF)
Linda história!
Regina Fonseca (Guarulhos, SP)
Reflexões sobre a Antiguidade e o talento
Antiguidade
“Uso cuidadoso das fontes antigas corrobora a existência de Jesus” (Reinaldo José Lopes, 27/12)
Interessante contextualização de como as narrativas históricas eram elaboradas na Antiguidade. Jesus existiu, sem dúvidas. E essa existência impacta o mundo até hoje.
José Antonio Bonato (Ribeirão Preto, SP)
Talento
“A vida é sonho” (Tostão, 27/12). Mais uma vez, Tostão nos revela que sua pena supera o seu inigualável talento com a bola.
Chrysanthos Matheopoulos (São Paulo, SP)
Originalidade
“Alimentando o monstro que me destruirá” (Ruy Castro, 27/12). Perfeito, foi ao ponto com este texto. Não há mais originalidade, criatividade, inspiração. Agora nem sabemos o que é real ou não. É triste e sem graça esse mundo que tripudia da autoria de textos, pesquisas, livros, contos e crônicas.
Ivani Cardoso (São Paulo, SP)
Conclusão
O otimismo para 2026, conforme revelado nas opiniões dos leitores, reflete uma mistura de esperança e crítica. Enquanto muitos acreditam em um futuro melhor, outros permanecem céticos em relação à situação política e econômica do país. A cultura política, os desafios da segurança pública e as reflexões sobre figuras históricas e contemporâneas mostram que o Brasil vive um momento de transição. É fundamental que a sociedade se mantenha atenta e engajada para que o otimismo se transforme em ações concretas que beneficiem a todos.