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A jovem de 19 anos que foi espancada pelo ex-namorado, de 21, na portaria do condomínio onde ela mora, em Ribeirão Preto (SP), afirmou que o homem se irritou por ela ter demorado a responder a uma mensagem dele na noite anterior.
À EPTV, afiliada da TV Globo, a mulher, que preferiu não se identificar, relatou que Carlos Eduardo Galdino não aceitava o fim do relacionamento, que ocorreu há um mês. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o caso está sendo investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher de Ribeirão Preto, que já solicitou medida protetiva de urgência à vítima. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre a prisão de Carlos, que é procurado pela polícia.
No dia do Natal, a jovem contou que estava conversando normalmente com o ex-namorado, que a desejou um feliz Natal. No entanto, após ficar sem bateria no celular, ela só conseguiu responder às 6h da manhã do dia seguinte. Isso gerou uma série de mensagens ofensivas por parte de Carlos.
Além de agredir a ex-namorada, o homem quebrou o celular dela. “Meu celular, que ele sabia que eu trabalhava para pagar, ele quebrou meu celular, ele me xingava de puta, me xingava de vagabunda, sendo que eu não sou. Ele sabe que eu não sou. Eu trabalho em shopping, das 14h às 22h, eu chego em casa e nem com meu filho direito eu fico. Então ele sabe que eu não sou essa pessoa que ele falava. Ele sabe que eu não merecia isso e eu não dei motivo pra ele fazer isso”, destacou a jovem.
O incidente aconteceu na quinta-feira (25), dia de Natal, e foi registrado por câmeras de segurança. As imagens, divulgadas no sábado (27), mostram o agressor, vestido com uma camisa vermelha, correndo em direção à jovem, que estava sentada em um banco. A ação ocorreu por volta das 7h40.
Ao perceber a aproximação do ex-namorado, a mulher tentou se trancar do lado de dentro do prédio, que fica no bairro Florestan Fernandes. No entanto, Carlos conseguiu entrar chutando a porta e partiu para as agressões, utilizando chutes, socos e puxões de cabelo.
A jovem explicou que aguardava as amigas para ir a uma padaria quando Carlos chegou. “Eu iria na padaria com minhas amigas. Minhas amigas já estavam descendo logo em seguida e eu sentei em um banquinho. Logo em seguida, ele já chega, eu corro pra dentro do condomínio, mas mesmo assim ele consegue abrir o portão e é logo quando começa a agressão.”
A mulher também relembrou as ofensas e humilhações que enfrentou durante os dois anos de relacionamento com Carlos. “É horrível porque eu nunca imaginava que ia passar por isso, ainda mais por ele, por ser ele, que é uma pessoa, eu estava há dois anos com ele, eu sofri bastante coisa na mão dele, em questão assim de ele já me humilhar, ou ele estar comigo e entrar em contato com outras mulheres, em tudo, em questão de tudo”, disse.
Segundo ela, Carlos apresentava um comportamento mais agressivo nos últimos dias. “Até quando eu comecei a seguir outras pessoas no Instagram, ele falava um monte de coisa, sendo que ele seguia também. Ele não aceitava que eu fazia, mas ele poderia fazer. A gente já terminou outra vez, que foi a vez que a gente ficou um mês separado. De um tempo pra cá, ele ficou desse jeito, mais agressivo, mais possessivo, esse negócio de ciúmes, só me xingava, que eu ia ser só dele, todas essas coisas”, completou.
A vítima registrou um boletim de ocorrência por lesão corporal e violência doméstica. A defesa do suspeito não foi localizada pela reportagem. É importante que casos como este sejam denunciados e que as vítimas busquem apoio, seja através de amigos, familiares ou instituições que oferecem suporte a mulheres em situação de violência.
Infelizmente, casos de violência doméstica são comuns e muitas vezes as vítimas se sentem desamparadas. É fundamental que a sociedade se una para combater essa realidade. A educação sobre relacionamentos saudáveis e o respeito mútuo é essencial para prevenir futuras agressões.
Além disso, é importante que as vítimas saibam que não estão sozinhas. Existem diversas organizações, como o Portal da Mulher, que oferecem recursos e informações sobre como buscar ajuda e proteção.
A história dessa jovem é um triste lembrete de que a violência doméstica pode afetar qualquer pessoa, independentemente de sua situação. É crucial que todos nós façamos a nossa parte para erradicar essa prática inaceitável. Se você ou alguém que você conhece está passando por uma situação semelhante, não hesite em buscar ajuda. Juntos, podemos fazer a diferença.
Para mais informações sobre casos de violência e suas repercussões, confira também a matéria sobre outras situações de violência.
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