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Desde que agrediu uma mulher de 41 anos e o filho dela, uma criança de quatro anos, em 7 de dezembro deste ano, o então auditor federal da Controladoria-Geral da União (CGU), David Cosac Júnior, segue em liberdade. No entanto, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga os crimes e já indiciou o agora ex-servidor público. O caso foi revelado pela coluna no último dia 23.
Os crimes ocorreram em um estacionamento de um prédio residencial em Águas Claras (DF). David foi flagrado por câmeras de segurança desferindo tapas e socos contra as duas vítimas. No mesmo dia, um morador denunciou o caso à polícia de forma anônima.
Os investigadores estiveram no apartamento do homem, mas ele não foi preso. À coluna, Josué Ribeiro, o delegado-chefe da 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul), explicou que, no dia dos fatos, a mulher deixou o local e se recusou a comparecer à delegacia e ao Instituto Médico Legal (IML), alegando que “já tinha terminado tudo e não queria mais saber do assunto”.
“O delegado de plantão optou por trabalhar com a investigação em vez de realizar a prisão por um crime menos expressivo, no caso, vias de fato — que é contravenção penal — ao invés de uma lesão corporal qualificada, que teria pena mais elevada pelo fato de a vítima ser mulher”, detalhou.
Agora, investigadores da PCDF buscam reunir elementos suficientes para solicitar a prisão do suspeito. Ele foi indiciado por lesão corporal no âmbito da Lei Maria da Penha e por maus-tratos contra menor de 14 anos, de acordo com a lei Henry Borel.
A Controladoria-Geral da União publicou, nesta sexta (26), novas medidas administrativas contra David. Em nota, a CGU declarou que as medidas foram tomadas diante dos fatos “graves e inaceitáveis envolvendo servidor do órgão.”
Ele foi afastado, cautelarmente, por 60 dias. Além de ter sido afastado, a CGU proibiu o ingresso de David nos prédios da CGU e de acesso aos sistemas institucionais, enquanto seguem as apurações administrativas.
“As medidas têm caráter preventivo e foram adotadas para preservar o ambiente institucional e garantir o andamento das apurações”, diz o documento.
As providências dão continuidade a outras ações já adotadas e divulgadas pela CGU. No dia 23 de dezembro, também com publicação no Diário Oficial da União, foi determinada a dispensa do servidor da função de substituto de chefe.
As apurações de responsabilidade ética e disciplinar continuam em andamento na Corregedoria-Geral da União e na Comissão de Ética da CGU.
Casos como o de David Cosac Júnior levantam questões importantes sobre a violência doméstica e a proteção de crianças. A sociedade precisa refletir sobre como agir em situações de agressão e como as instituições podem melhorar suas respostas a esses crimes. A Lei Maria da Penha, por exemplo, é um importante instrumento de proteção, mas sua efetividade depende da ação rápida e eficaz das autoridades.
A cobertura da mídia sobre casos de violência é crucial para aumentar a conscientização e pressionar por mudanças. A exposição de casos como o de David pode incentivar outras vítimas a se manifestarem e buscar ajuda. A informação é uma ferramenta poderosa na luta contra a violência de gênero e a proteção de crianças.
O caso do auditor da CGU que agrediu uma mulher e uma criança é um triste lembrete da prevalência da violência em nossa sociedade. As investigações em andamento são essenciais para garantir que a justiça seja feita e que medidas adequadas sejam tomadas para prevenir futuros incidentes. É fundamental que todos nós, como sociedade, continuemos a lutar contra a violência e a apoiar as vítimas, garantindo que todos tenham acesso à justiça e à proteção que merecem.
Para mais informações sobre a importância da proteção contra a violência, acesse este link.
Além disso, você pode ler sobre outros casos relevantes como a investigação a auditor da CGU.
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