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Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox. Veja sintomas e cuidados


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A Vigilância Sanitária de Porto Alegre (RS) confirmou, nesta terça-feira (17/2), o primeiro caso de mpox na capital gaúcha. A autoridade sanitária alega que a infecção aconteceu fora do Rio Grande do Sul.


O que é e o que causa a mpox?

  • A mpox é uma infecção viral causada por um vírus que pertence à mesma família da varíola.
  • Os principais sintomas da doença incluem: erupção cutânea dolorosa, febre e glândulas inchadas.
  • Em alguns casos, a mpox pode levar a doenças mais sérias.
  • A transmissão do vírus ocorre por meio do contato com feridas, bolhas na pele ou gotículas respiratórias de pessoas infectadas.

A doença é transmitida principalmente pelo contato direto com lesões na pele, secreções respiratórias e saliva.

O paciente foi atendido por uma equipe médica após manifestar sintomas compatíveis com a infecção. A Vigilância em Saúde não informou a identidade nem atualizou o quadro clínico da pessoa diagnosticada.

Os sintomas iniciais da mpox podem incluir febre, dor de cabeça, dores musculares, franqueza e gânglios inchados, seguidos de lesões na pele.

A prefeitura de Porto Alegre reforçou as medidas de prevenção em meio ao Carnaval. Entre as orientações, está a recomendação para que os foliões façam uma autoavaliação da pele antes de participar das comemorações, verificando a presença de bolhas ou feridas. Em caso de alterações, a administração municipal orienta a busca por atendimento em uma unidade de saúde.

As autoridades também alertam para que se evite contato íntimo ou físico prolongado com pessoas que apresentem lesões suspeitas. Além disso, é importante observar sinais como febre, dor de cabeça, dores no corpo, cansaço e inchaço dos gânglios, que podem anteceder o aparecimento de lesões na pele.

A mpox é causada por uma variante do vírus do mesmo grupo da varíola. Sua transmissão acontece principalmente por contato próximo com pessoas infectadas.

A prefeitura de Porto Alegre recomendou algumas medidas de prevenção, dentre elas estão:

  • Higienização das mãos: Utilizar álcool em gel frequência, especialmente após tocar superfícies em locais públicos, usar transporte coletivo ou interagir com outras pessoas;
  • Evitar o compartilhamento de objetos: Não dividir copos, talheres, garrafas, cigarros, roupas ou toalhas;
  • Uso de máscaras: Em aglomerações muito densas, as máscaras podem oferecer proteção adicional, principalmente se houver circulação ativa do vírus.



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