O ETF de criptomoedas finalmente deixou de ser promessa para se transformar em uma realidade regulada nos Estados Unidos, e isso muda completamente as regras do jogo para quem deseja surfar a próxima grande onda de valorização até 2025. Neste artigo você descobrirá, em detalhes, por que esses fundos vêm atraindo investidores institucionais, quais são as dez criptos mais promissoras já elegíveis para ETFs, como estruturar uma carteira equilibrada e quais armadilhas evitar.
O mercado de criptomoedas vive um novo momento histórico. A aprovação do Bitcoin ETF nos EUA abriu as portas para um fluxo gigantesco de capital institucional e reacendeu o interesse global em investimentos cripto para 2025.
Mas afinal, o que isso significa para os investidores brasileiros?
A seguir, veja como esse movimento pode impactar o preço do Bitcoin, o futuro do mercado e as oportunidades para quem quer investir com estratégia.
A aprovação de um ETF de Bitcoin nos EUA representa um marco porque:
Com a entrada de grandes players, 2025 promete ser um ano de:
✔️ Nova onda de valorização das criptomoedas
✔️ Consolidação do Bitcoin como ativo institucional
✔️ Crescimento dos ETFs cripto em outros países
✔️ Avanço de regulamentações pró-mercado
Os especialistas acreditam que 2025 será um dos anos mais fortes para investimentos cripto, especialmente após o halving do Bitcoin.
O investidor brasileiro ganha 3 grandes vantagens:
Com o ETF sendo negociado no maior mercado financeiro do mundo, há mais transparência e menos risco para quem quer exposição ao Bitcoin.
A tendência é que gestoras brasileiras ampliem suas ofertas de ETFs cripto, facilitando o acesso via B3.
É possível investir em ETFs americanos diretamente por corretoras brasileiras que oferecem acesso ao mercado internacional.
Com uma demanda crescente vinda de:
… o bitcoin ETF pode gerar uma pressão de compra constante, levando a um processo de valorização ao longo de 2025 e 2026.
O Bitcoin ganha cara de “ouro digital” — e isso muda tudo.
Os fundos de índice negociados em bolsa (ETFs) funcionam como cestas que replicam o preço de um ativo subjacente – no caso, uma criptomoeda. Quando a SEC aprovou o primeiro ETF de Bitcoin à vista, abriu-se o caminho para aportes bilionários vindos de fundos de pensão, escritórios familiares e seguradoras. Esses players, proibidos de custodiar criptos diretamente, agora podem obter exposição por meio do mercado tradicional, adicionando uma pressão compradora sem precedentes.
A listagem em bolsa exige auditoria independente, divulgação de informações periódicas e custódia qualificada. Isso reduz o risco percebido, aumenta a liquidez e dilui o spread entre compra e venda. Para o investidor de varejo, significa operar em um ambiente mais seguro e com taxas menores do que as cobradas por fundos fechados ou certificados de custódia no exterior.
Além da facilitação de acesso, a chegada de ETFs ocorre às vésperas do halving do Bitcoin (abril/2024) e, historicamente, períodos pós-halving impulsionam o mercado inteiro. O casamento entre redução de oferta e aumento de demanda institucional cria uma tempestade perfeita para a valorização das principais criptos até 2025.
Para aprovar um ETF, a SEC analisa liquidez, descentralização, segurança de código e, principalmente, clareza regulatória. Projetos que passaram pelo Howey Test ou que têm histórico de compliance, como Bitcoin e Ethereum, largam na frente. Além disso, blockchains focadas em escalabilidade e contratos inteligentes possuem maior utilidade econômica, fator determinante para suportar grandes influxos de capital.
No vídeo, o educador financeiro Eduardo Feldberg lista as criptomoedas com maior chance de explosão de preço no segundo semestre de 2025. Ele considera: (1) aprovação de ETF à vista ou futuros, (2) parcerias corporativas robustas, (3) roadmap de upgrades até 2025 e (4) histórico de rentabilidade em ciclos anteriores.
Em ambientes macroeconômicos de maior incerteza, os investidores preferem ativos de qualidade. As dez criptos apresentadas combinam reputação sólida, equipes ativas e capitalização de mercado expressiva, reduzindo o risco de liquidez ou de manipulação de preço.
| Criptomoeda | Uso Primário | Ticker |
|---|---|---|
| Bitcoin | Reserva de valor / meio de troca global | BTC |
| Ethereum | Contratos inteligentes & DeFi | ETH |
| Solana | dApps de alta performance | SOL |
| Cardano | Governança formal e Proof-of-Stake | ADA |
| Polkadot | Interoperabilidade de blockchains | DOT |
| Chainlink | Oráculos descentralizados | LINK |
| Avalanche | Sub-redes escaláveis | AVAX |
| Polygon | Camada 2 para Ethereum | MATIC |
O fator mais comentado é o halving do Bitcoin, mas não se deve ignorar parcerias como a do PayPal com a Solana ou da Starbucks com Polygon para programas de fidelidade em NFT. Além disso, a implementação de CBDCs (moedas digitais de bancos centrais) estimula a infraestrutura de oráculos da Chainlink, potencializando nova demanda.
Se o Fed cortar juros em 2024 para estimular o crescimento, investidores buscarão ativos de maior risco e potencial de retorno, como criptos. Historicamente, períodos de afrouxamento monetário coincidem com ralis intensos, principalmente para moedas já regulamentadas por ETFs.
“A aprovação de ETFs foi o gatilho que faltava para que fundos de pensão colocassem, pela primeira vez, 1-2% do patrimônio em cripto. Não subestime o efeito bola de neve desse movimento.” – Christine Sandler, Presidente de Relações Institucionais da Fidelity Digital Assets
Ethereum passou a queimar parte das taxas de transação desde a atualização London (EIP-1559), tornando-se potencialmente deflacionário. Polygon e Avalanche seguiram o mesmo caminho. A redução do supply circulante, aliada a novas demandas via ETF, aumenta a pressão de valorização.
Eduardo Feldberg sugere dividir a carteira em núcleo (60–70% em BTC e ETH) e satélite (30–40% nas oito criptos restantes). O núcleo captura o upside do mercado com menor risco; a parte satélite busca multiplicação de capital em protocolos inovadores.
Comprar paulatinamente reduz o impacto de volatilidade extrema, mas a tática pode ser ajustada para aumentar o aporte próximo a upgrades de rede ou listagens de novos ETFs. Por exemplo, aportar 2× o valor médio três semanas antes do lançamento do ETF de Solana.
Mesmo investindo via ETF, mantenha parte dos tokens em carteira própria para participar de staking ou airdrops. Utilize hard wallets (Ledger, Trezor) e ative autenticação multifator nas exchanges.
A SEC pode rever entendimentos ou exigir adequações técnicas. Em cenário extremo, um ETF pode ser suspenso, derrubando o preço do ativo subjacente. Acompanhe audiências públicas e cartas de comentário da agência.
Solana já sofreu paradas em 2022; Polygon teve ponte hackeada em 2021. Por isso, diversificar entre blockchains heterogêneas e manter parte em ativos sem contrato inteligente (BTC, LTC) é prudente.
Durante bull markets, é comum comprar no topo por medo de ficar de fora. Determine stop-loss psicológico (por exemplo, vender 20% se o ativo cair 40% do pico) e adote metas de lucro escalonadas (15%, 30%, 50%) para realizar ganhos.
O banco Standard Chartered prevê Bitcoin a US$ 120 k até o fim de 2024 e Ethereum a US$ 8 k no primeiro semestre de 2025, assumindo que 1% dos fundos globais de pensão migrem para criptos via ETFs.
Polygon e Avalanche investem em soluções que tokenizam imóveis, precatórios e créditos de carbono. A adoção de RWAs ampliará o valor total bloqueado (TVL), atraindo mais capital.
Projetos sem tração podem ser engolidos ou perder relevância, enquanto os dez elencados tendem a liderar o processo. Assim, o investidor preparado deve monitorar fusões, parcerias e evolução tecnológica constante.
Para recapitular, os pontos-chave deste guia são:
Agora que você tem um panorama completo, avalie seu perfil de risco, estude cada projeto e converse com profissionais habilitados antes de investir. Quer aprofundar? Assista ao vídeo do Primo Pobre acima, compartilhe este artigo com seu grupo de estudos e inscreva-se no canal para receber os próximos insights. Bons investimentos e até a próxima!
Créditos: Conteúdo inspirado no vídeo “10 Criptos para 2025 – Liberadas nos EUA!” de Eduardo Feldberg (Primo Pobre). Este artigo não constitui recomendação de investimento.
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